Conheça Gabriela Maibashi, analista ambiental do Projeto Faixa Limpa II

Hoje, na série sobre os nomes que fazem o Projeto Faixa Limpa II, vamos apresentar Gabriela Tieko Maibashi, bióloga formada pela Unesp e com trajetória profissional voltada à ecologia, à educação ambiental e à mobilização social.

Sua atuação no Instituto Gea começou em 2014, em projetos ligados à capacitação de cooperativas e ao desenvolvimento de iniciativas voltadas à geração de renda, segurança dos trabalhadores e fortalecimento de práticas socioambientais.

Atualmente, Gabi é analista ambiental do Projeto Faixa Limpa II, uma realização do Instituto Gea em convênio com a Transpetro, onde atua na organização das atividades e no acompanhamento de uma equipe composta por 10 pessoas, entre  técnicos e estagiários. Desde 2022, acompanha as ações realizadas nos territórios próximos às faixas de dutos, como mutirões de limpeza, plantios, melhorias paisagísticas e atividades de educação ambiental, incluindo a Gincana Ecológica Escolar.

Durante a realização dos dois projetos Faixa Limpa, passou a atuar de forma ainda mais próxima de comunidades em situação de vulnerabilidade, contribuindo para ações que aproximam moradores, parceiros institucionais e equipes técnicas na busca da melhoria da qualidade de vida dessas populações. Seu trabalho envolve planejamento, escuta, articulação e acompanhamento das atividades desenvolvidas nos territórios impactados pelo projeto.

Fora da caixinha

Além da atuação técnica, Gabi também se destaca pela capacidade de diálogo e pela construção de consensos. Seu trabalho exige contato constante com parceiros institucionais, lideranças comunitárias, equipes de campo e diferentes setores envolvidos nas ações do projeto.

A valorização da diversidade e das diferentes perspectivas também é uma marca importante de sua atuação. Para ela, ouvir as pessoas envolvidas no processo é essencial para construir soluções mais adequadas à realidade de cada território.

Em cada etapa do trabalho, Gabi busca garantir que as ações tenham sentido para quem participa delas. Para ela, um projeto bem-feito é aquele que une planejamento, responsabilidade técnica e função social, gerando resultados concretos para as comunidades atendidas.